segunda-feira, 6 de abril de 2009

Prestação de serviços

Faço revisão ortográfica de monografias, teses, trabalhos de conclusão de curso etc. em português e inglês. Também faço pequenas traduções de português para inglês e vice-versa.
Preços abaixo da tabela de mercado (ver tabela na página do sindicato dos jornalistas - http://www.jornalistas.org.br/download/Revisao_2009.pdf):

Revisão de monografia em português até 80 páginas: R$ 400,00
Revisão de monografia em português acima de 80 páginas: R$ 600,00
Revisão de monografia em inglês até 80 páginas: R$ 600,00
Revisão de monografia em inglês acima de 80 páginas: R$ 800,00

Tradução ou versão de inglês para português: R$ 20,00 por página
Tradução ou versão de português para inglês : R$ 24,00 por página

Prazos: revisão - duas semanas
Tradução: até 10 páginas - dez dias
de 11 a 20 páginas - 15 dias

contato pelo e-mail: nathylimasantos@gmail.com
Orkut: Nathália e Alex

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Política pra quê?

Competência. É a palavra que define a vida do jornalista Giampaolo Braga. Apesar de ser formado há apenas cinco anos, Giampaolo já foi editor da Folha Dirigida, estagiário do Globo e hoje é chefe de reportagem do jornal Extra. Atuou em diversas editorias, como esportes, informática, geral e economia e em todas se destacou. Em palestra ministrada na Universidade Estácio de Sá, Giampaolo discursou sobre uma das áreas onde trabalhou por mais tempo, a política.
Mas afinal, o que é política?A palavra política origina-se do grego politikós (polis), que significa tudo o que diz respeito à cidade e, por conseguinte, aos seus habitantes. Por ser de tamanha importância, deveria interessar a todos, mas não é o que ocorre. Cada vez menos as pessoas se interessam pelo assunto. Talvez seja por desgosto. Os escândalos de corrupção, desvio de verbas e máfia das ambulâncias (só para citar alguns) com os quais nos deparamos todos os dias são dignos de pena e fazem o cidadão ter vergonha até de comentar sobre o assunto. Ou talvez seja por comodidade. A incidência de escândalos é tão freqüente que a população já se acostumou. É “notícia velha”.
Giampaolo Braga acredita na existência de três vertentes da política: nacional, internacional e institucional. O dever do jornalista político é abordar todas com os mesmos afinco e proporção. A primeira divide-se em pública e partidária. Na opinião do jornalista, a cobertura de política pública é considerada deficiente, já que não se sabe qual a proposta do governo para saneamento ou segurança. Ao contrário da partidária, uma vez que diariamente publicam-se notícias de que o partido “x” está coligado ao “y” ou que o deputado “z” filiou-se ao partido “w”. A deficiência deve-se à falta de informação do jornalista que não está pronto para “apertar”o político e também por ser mais complicado fazer isso.
Na opinião do jornalista, os profissionais da atualidade estão acostumados a produzirem matérias “feijão com arroz”. Pesquisam um pouco na Internet, entrevistam duas ou três fontes por telefone e acham que basta. Ser jornalista e saber o que o público quer saber antes que ele pergunte. Para isso, o profissional deve manter-se sempre bem informado, ler sobre diversos assuntos (não somente o que lhe interessa) e estar inteirado sobre o que acontece ao seu redor e ao redor do mundo. O problema de muitos jornalistas hoje é a questão da “setorialidade”.
Giampaolo fez a cobertura das eleições de 2004. Trabalhava 24h por dia por causa do escândalo do dinheiro encontrado nos escritórios do PMDB que seria utilizado para a compra de votos dos eleitores. Mesmo assim, não reclama: - “Eleição é uma escola para jornalismo político. Aprende-se muito, mas tem que trabalhar muito também. Eleição é uma guerra, batalha com desrespeito às regras. O jornalista está no meio e sofre pressões de candidatos. Alguns te apresentam dossiês, outros contam boatos... Mas, no fim, todos querem alguma coisa em troca, um favorecimento”.
Na verdade, tudo o que fazemos na vida é em troca de algo. Trabalhamos em troca de dinheiro, amamos em troca de receber amor, compramos xampú em troca de manter os cabelos limpos. Políticos que oferecem informações a jornalistas querem das duas uma: ou se favorecerem, ou “ferrarem” alguém. Na maioria das vezes, querem as duas opções ao mesmo tempo. Você deve estar se perguntando nesse momento: então, política para quê? Apesar de todos os percalços, desvios de conduta ética e corrupção, é a política que movimenta o país. É o presidente que faz acordos comerciais, que faz o país crescer (ou não); são os deputados que votam as leis... enfim, todos dependem da política. Não há país se não há política, mesmo que nem todos concordem. Afinal, quem nunca pensou: “se os políticos não existissem, o mundo seria bem melhor”?

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Valeu a pena

Valeu a pena esperar para inaugurar este blog. Estava aguardando um tema especial que me trouxesse inspiração para desenvolver um texto de interesse social. Não é sobre política ou economia e sim sobre algo muito mais importante, superando todo e qualquer tema. É fundamental na vida de cada um de nós, brasileiros, como também na de todos os amantes de português. Não é aquele bigodudo dono da padaria; me refiro a nosso dificílimo idioma, cheio de regras e exceções.
Hoje li uma placa na rua que fez meu coração parar de bater por alguns instantes. Eis a inscrição da tal placa: Dosses finos R$0,70. É isso mesmo que você está lendo. Dosses. Fico me perguntando se a adorável criatura que escreveu essa pérola nunca comeu um doce na vida. Pobre infância teve este infeliz que não deve saber até hoje o que é uma "bala juquinha".
Minha intenção aqui não é ridicularizar ninguém. Quero apenas atentar para o fato de que a nossa língua está sendo deixada de lado. A ganância e a busca incansável pelo lucro a qualquer preço faz com que um comerciante não atente para o produto que está vendendo, pois este "dosse" (com dois ss) prova que os R$0,70 valem muito mais.
Como todos sabem nosso imenso país, ainda subdesenvolvido, não tem condições de arcar com os estudos de todos os brasileiros. Dizem por aí que o número de analfabetos está diminuindo, mas depende do que se considera analfabeto. Seria aquele que nem sabe assinar o próprio nome ou aquele que finge que sabe ler e escrever por ter vergonha de ser analfabeto? Deixo aqui, então, meu desabafo e prometo voltar com outras pérolas. Vou tentar tirar uma foto da próxima vez que passar pela "praca".
Divulguem para seus amigos e vamos tentar melhorar o mundo.